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UNFORGETTABLE
junho

DANGEROUS MIND
juh iara vanessa

THANKS TO
Layout feito por mim. Não usei textura nem nada, só saí mexendo no Photoshop e deu nisso aí. A imagem usada faz parte do photobook "Bonjour Paris", do TVXQ, que eu baixei aqui.



23.7.08
Oooh, eu realmente estou amando postar nesse blog sem me sentir obrigada a atualizá-lo todo dia, e sem esperar comentários. Havia me arrependido de ter deletado ele de novo, mas foi bom porque voltei com uma nova perspectiva do blog (aquela que leva isso à sério hahaha).

Ninguém pode saber (Dare mo shiranai, 2004) - em mais uma das minhas madrugadas em claro descubro mais um filme bom por acaso. É um filme japonês que mostra a história de quatro irmãos que vivem em um pequeno apartamento, quando são abandonados pela mãe e precisam sobreviver de alguma maneira. Mas ninguém pode saber que 3 deles estão lá. Então resta ao irmão mais velho (de 12 anos) ser o responsável pela família. Mas eles são crianças, não é fácil viver sem dinheiro e escondido de todos da vizinhança. A situação vai se tornando cada vez mais insustentável, as coisas vão ficando realmente difíceis pros quatro. E o pior de tudo é saber que foi beaseado em uma nota que saiu no jornal japonês, sobre quatro irmãos que sobreviveram sozinhos por meses sem ninguém saber. Preciso ler mais sobre o filme, gosto de fazer isso. E a atuação do ator que fez o irmão mais velho é demais, gostei bastante dele.

Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, 2008) - eu estava realmente ansiosa para assistir ao filme, mas foi triste. Já se passaram 6 meses desde a morte do Heath, mas continua sendo algo estranho e às vezes parece que não aconteceu. Ele realmente estava fantástico como Joker, incrível, atuação impecável, original, natural. Such a sarcastic Joker, loved it. Mas no final me peguei vendo o Heath ali na tela, principalmente na última cena do Joker. Foi a coisa mais estranha e triste. Mas falando do filme, mil vezes melhor que anterior e qualquer outro filme do Batman. Direção impecável, Christian Bale como sempre ótimo, adorei que saiu a Katie Holmes e entrou a Maggie Gyllenhaal como Rachel. E foi um filme com as cenas de violência que eu gosto, mas não sei explicar como elas são, só sei que é o estilo de filme com o tipo de violência que eu gosto. Tipo em "O Pacto", "Onde os fracos não têm vez".

O Orfanato (El Orfanato, 2007) - Embora tenha achado que é um típico filme de suspense, a história se desenvolveu de maneira criativa e prendeu minha atenção até o final. Deu medinho na cena da medium no quarto das crianças XD Mas não me surpreendeu muito porque de algum jeito ele acaba parecido igual a todos os filmes de suspense que mexem com o sobrenatural. Mas tenho que dizer que estou gostando da direção do Guillermo Del Toro, gosto do estilo dele, das cores, da fotografia. Gosto de diretores com um estilo definido, que você olha e diz que aquele filme é dele, mesmo que os enredos sejam diferentes.

Meu "1st Live Concert: Rising Sun" chegou. Foi desapontador ver a câmera tremida em vários momentos, acho uma tremenda falta de respeito com quem vai gastar uma grana comprando o DVD, e também com a banda que fica com um produto de má qualidade sendo vendido com sua imagem. Fora isso, também achei a decoração do palco e o figurino muito feios, Changmin estava meio deslocado, Jaejoong não participou de várias apresentações com dança (creio que seja por causa do joelho que ele operou naquele ano) e senti vergonha por ele na hora em que ele está na bicicleta voadora. E eles fizeram playback em algumas músicas de dança. Eu odeio playback com todas as minhas forças, ainda mais quando é um artista com um talento absurdo como o TVXQ que vive fazendo apresentações ao vivo, as tours no Japão são sempre ao vivo. Babaquice, frescura, cu doce, só pode. Uma decepção atrás da outra. Tinha tudo para ser um DVD muito bom, eu amo as músicas coreanas, prefiro eles cantando em coreano e estava seca por um show em coreano. O que poderia ter sido o melhor DVD que eu tenho, virou uma decepção porque meu sentimento foi de que foi feito nas coxas. Setlist tão boa, ah, desperdício ;-; A diferença pra qualidade dos DVDs japoneses é enorme. E não só isso como a decoração do palco, que é linda no Five in the Black, o figurino, prefiro os dançarinos japoneses também, e a postura deles no palco está bem melhor no FITB, eles parecem bem mais confortáveis.
Tá, eu xingo, xingo, mas vou ver zilhões de vezes de qualquer jeito hahahaha E que venha o DVD que possivelmente será o melhor show <3 "3rd Live Tour ~T~", banda ao vivo. Isso já diz muito, não? BANDA AO VIVO, PORRA <3 Bateria ;-;

Beleza, é isso. Qualquer hora mudo esse layout, Jae mendigo em Paris já encheu :D



16.7.08
Ódio (Neighbor nº 13/Rinjin 13-gô, 2005) - resolvi assistir porque é com o Oguri Shun, e eu sou bastante fan dele. E foi bom vê-lo em um papel diferente de galã de dorama. O cara é realmente talentoso, ele atua muito bem, fato. O filme fala sobre um garoto que sofria bullying de uns garotos na escola, e anos mais tarde ele vira vizinho do garoto que maltratava ele quando criança. Mas ele desenvolveu uma segunda personalidade violenta e que quer se vingar. É terror psicológico, gostei da iluminação e da fotografia. Adoro filmes que mostram um Japão de classe mais baixa uehueheuhe Apesar de amar Tóquio linda e iluminada, aquele sonho todo e tals.

Onde os fracos não têm vez (No country for old men, 2007) - não vi pra que taaanto estardalhaço pro filme, mas eu gostei. Do final principalmente, porque foi muuuito diferente. Todos os finais tem cara de final, nunca havia visto um final que parece uma sequência qualquer do filme, então gostei bastante. Uma coisa que sempre me preocupa em filmes são os finais, sabe. Costumam me decepcionar, principalmente em filmes de terror, suspense. Então quando vejo finais realmente legais eu babo hahaha E o Javier Bardem realmente mereceu o Oscar, ele estava fantástico. O sotaque inglês deve estava perfeito, e isso é difícil porque Gael, Penélope Cruz, sempre tem um certo sotaque, mas o dele ficou extremamente natural, amei. E eu sempre leio que o Tommy Lee Jones é antipático, mas eu vou demais com a cara dele. Adoro vê-lo em filmes, ele me passa a imagem de que tem muito senso de humor hahaha O que vai contrário ao que as pessoas dizem, mas ok.



14.7.08
Sweeney Todd (2007) - preguiça de escrever o nome todo do filme hahaha Mas o que uma fã retardada de Johnny Depp e Tim Burton pode falar desse filme? Eu acho a atuação do Depp algo de outro mundo e a direção do Burton impecável. Existe alguma coisa que meu Depp querido não faça? Cantar? Ele sempre aparece com algo novo X) O elenco tava incrível! Alan Rickman, ah, adoro ele! E gostei do ator que fez o menino apaixonado pela Johanna, de algum jeito ele acabou me lembrando - vagamente - o Jejung. Ah, acho tudo perfeito nos filmes que o Burton faz. O figurino, a maquiagem, a fotografia, a trilha sonora. Mas não vi o nome do Danny Elfman nos créditos... Ou perdi quando apareceu? Estranho. [...] Vi no IMDb e realmente o Danny Elfman não participa.
Uma coisa que eu não tenho gostado nos filmes do Tim é que as intros estão computadorizadas demais. Aquela do chocolate sendo feito foi muito sem graça, seria melhor que fosse real. E essa agora do sangue escorrendo e indo pelo esgoto e pans, sem graça também. Make it look real, Tim, please!

Juno (2207) - eu esperava mais. Acho que essa fórmula cult já deu no saco. Sei lá, os personagens estavam meio que manjadinhos, tipo "essa vai ser a tal", sabe? Os filmes wannabe cult sempre criam personagens não convencionais e de tanto evitarem o cliché, se tornam cliché XD E eu sempre prefiro personagens de personalidade comum. Mas até que foi legalzinho. O final foi interessante, até porque o tema era meio difícil.

Aaah, eu estou totalmente viciada em "Love Theme", da trilha de "Suicide Club"! Queria saber o nome do compositor e se esse é o nome mesmo da música. Mas é um violino lindo, a cara do filme!



9.7.08
Sempre que vou ler a revista SET, as reportagens contém spoilers sobre o filme comentado. Então, já que eu sou um desastre pra comentar filmes, vou colocar o que achar necessário, mesmo que tenha spoiler. Se ninguém reclama da revista, não serei eu a mala hahaha

Alma Negra (Dark Corners, 2006) - estava eu em mais uma madrugada acordada passando os canais quando vi a Thora Birch e parei pra ver o filme. E estava achando bem interessante, mas acabei pegando no sono e não terminei de assistir. Mas acordei 1h da manhã hoje, e fiquei sem ter o que fazer. Fiquei passando os canais e vi que o filme já estava passando, então esperei ele repetir no outro canal (às 4:15h) e vi.
O filme segue bem interessante e estava prendendo minha atenção. Eu gosto dos climas que alguns filmes de horror criam. Odeio filmes tipo o assassino que persegue os jovens, gosto mais quando é algo com o sobrenatural. E se não me dá medo, não é bom. E esse estava me dando medinho. Mas pra variar o final foi decepcionante. Mesmo assim vale a pena, é legalzinho.

Pacto (Suicide Club/Jisatsu Saakuru, 2002) - Às 6:30h começou "Pacto", um filme japonês (com cara de ser baseado em mangá). E logo no início já choca quando 50 colegiais se suicidam se jogando no trilho do metrô. Wow, foi realmente bizarro. Muito sangue sendo espirrado pela estação. E é a partir desse acontecimento que o filme se desenrola. Vários suicídios sem explicação começam a acontecer, principalmente entre colegiais.
A violência é bem explícita no filme, e mesmo eu, que nunca me impressiono com essas coisas, fiquei meio enjoada quando aquele cara estranho fica cantando enquanto o outro estupra e mata uma mulher. E aquela voz do telefone, wtf, fofa e assustadora! E o que as criancinhas falam, não sei de onde japonês tira esses pensamentos profundos que estranhamente fazem sentido. E o final não me decepcionou, embora não possa dizer com toda certeza do mundo que entendi a moral do filme. Achei a trilha sonora muito boa, inclusive as músicas cantadas no filme, depois vou dar uma procurada. Quero ver de novo!
Ah, e o ator que interpreta o detetive fez "Kids Return" (aquele que é o melhor filme do mundo, sabe). Ele era o carinha da Yakuza lá.

Encantada (Enchanted, 2007) - e o filme que vai contra os outros dois que vi. Muito fofo, meigo, como um conto de fadas mesmo. Não foi tudo que eu esperava, mas ainda assim é legal. E gostei bastante de "That's how you know", que a Amy Adams canta. Aliás, que atriz fofa, ela é muito linda, nossa, igual a uma princesa mesmo! Também amei a música que toca na cena em que ela dança com o Patrick Dempsey, "So Close", do John McLaughlin, muito fofa a cena e a música! Ah, tem umas partes bem engraçadas também.

Camp Rock (2008) - O que falar? Pior que "High School Musical", principalmente porque é uma tentativa tosca de fazer o mesmo tipo de filme pra conseguir sucesso. Odiei.

Acho que estou voltando à minha antiga forma, assistindo vários filmes. Fiquei tanto tempo sem fazer isso. Estava vendo filmes muito raramente. E cinema então, esse ano ainda não fui. Antigamente ia quase toda semana! Mas é fato que não perderei "The Dark Knight". E tá chegando o dia ;-;



22.6.08
Um dia eu estava lendo em um blog que a SM Entertainment estava querendo iniciar a carreira do TVXQ nos EUA. E eu concordei com a autora do blog quando ela disse que tinha medo disso, porque os americanos criaram uma "boybandfobia" e que a banda não teria o reconhecimento que merece lá devido a esse fator. E agora surgiu uma discussão na comunidade do L'Arc~en~Ciel sobre boybands não terem talento, porque alguém disse que era triste ver o L'Arc abaixo dessas boybands em um ranking de vendas. E isso me fez ficar refletindo (pela milésima vez) e tentando descobrir porque boybands são tão odiadas. É claro que sendo fã de TVXQ e conhecendo o talento dos caras, fica muito difícil descobrir o motivo.

Eu realmente não entendo o preconceito com boybands. Eles cantam e dançam bem. O que pode haver de errado nisso? As pessoas odeiam boybands porque eles são bonitos? Se a pessoa é bonita e talentosa, não é mais motivo para ser admirada? Ou eles são odiados por serem bonitos e não tocarem instrumentos? O que seria muita babaquice visto que tocar instrumento não é o único talento aceitável na música e, diga-se de passagem, muitos integrantes de boybands tocam instrumentos sim, e só não fazem isso no palco porque não faz parte da proposta da banda. Como a autora do blog disse, os EUA tem essa fobia em relação a boybands, e eu acho que os países que seguiram a onda dos EUA e criaram fanatismo pelas boybands nos anos 90, também seguiram a onda do preconceito.
E é por isso que tenho medo que o TVXQ venha a ser conhecido por aqui. Eles seriam menosprezados e subestimados sem nem terem a chance de mostrar o real talento. Eles já vão chegar com um estereótipo e serão julgados a partir do título que lhes foi dado, e não pelo talento que apresentam.